“Nosso relacionamento - e sentia isso com um peso em meu peito - estava começando a se parecer com o giro de um peão de criança. Quando estávamos juntos, tínhamos o poder de mantê-lo girando e o resultado era beleza, magia e um sentimento quase infantil de espanto; quando estávamos separados, o movimento inevitalvelmente começava a desacelerar. Nós nos tornávamos vacilantes e instáveis, e sabia que tinha de encontrar um modo de nos impedir de tombar.”
(Querido John)
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