(...) Que é melhor acabar o que nem teve a chance do começo, que não ia dar certo, algo aqui se recusa a entender e aceitar tudo isso; me pede todos os dias antes de dormir ou acordar, e deitar naquela cama praiana, ou na rede, que eu nade contra a corrente, que eu seja novamente inesperado e, apareça.
(Camila Paier)
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